Pesquisas

Savanização Os novos desafios enfrentados e a inovação tecnológica gerada pelo Grupo André Maggi exigem investimentos contínuos em atividades de pesquisa, desenvolvimento e estreitamento das relações com a comunidade científica, fatores que contribuem para aprimorar a competitividade no cenário internacional. Atualmente, o Grupo disponibiliza uma área de 300 hectares para pesquisas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), em parceria com o campus da Unemat de Nova Xavantina – MT, da ESALQ/USP, do Museu Paraense Emilio Goeldi, da Universidade Federal do Pará, das americanas University of Florida, Yale Universtity e da inglesa RainFor – Oxford University. Trata-se do projeto Savanização, que estuda os efeitos das queimadas nas áreas de transição entre a floresta e o cerrado. Iniciada em 2004, a pesquisa tem como objetivo identificar e quantificar as variáveis que controlam o comportamento do fogo em florestas de transição da Amazônia. Outro foco é identificar de que forma a intensidade e a frequência dos incêndios pode alterar permanentemente a Floresta Amazônica. O experimento é desenvolvido em 150 hectares, divididos em três partes: 50 hectares não sofrem queimadas, como área de controle; 50 hectares que são queimados anualmente e outros 50 hectares que são queimados a cada três anos. Para realizar a experiência, várias medidas de segurança são tomadas, tanto para garantir a segurança dos pesquisadores e suas equipes como também para que o fogo não escape para áreas próximas. São coletados diversos tipos de informações como espécies de árvores (tamanho e abundância), estrutura da floresta (abertura de copa), número de plântulas (embrião vegetal ainda dentro da semente), quantidade de material combustível no chão (galhos e folhas) e também sobre alguns grupos de animais. Após o fogo, todas essas informações são coletadas novamente de forma a avaliar como este ambiente reage ao fator de degradação. Temperatura e umidade local também são variáveis monitoradas antes e depois do fogo para detectar mudanças no microclima da floresta. A umidade de solo é medida para verificar como essas mudanças estão afetando a disponibilidade de água no solo.

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